TESTEMUNHOS

Rodrigo, 29 anos:

Completou 29 anos de idade durante a internação sente-se feliz pela oportunidade de voltar a viver. Envolvido com o tráfico desde os 14 anos, em 1999 chegou a São Paulo fugido de uma guerra entre quadrilhas no Rio de Janeiro. “Primeiro entrei no crime, e depois vivi só para sustentar o vício. O dinheiro que ganhava vendendo drogas voltava inteiro para o tráfico, pois era todo consumido no “pó” (cocaína). Quando terminar o tratamento ele afirma: Quero descobrir ainda mais o quanto é bom viver a vida que Deus deseja para nós. Enquanto muitos dos meu antigos companheiros estão presos ou morreram eu traço planos para o futuro. Pretendo continuar os estudos interrompidos na sexta série, construir uma família e ajudar outras pessoas a sair do vício”.

Fábio, 24 anos:

Acha fundamental para a pessoa que se liberta das drogas ajudarem outros a vencer o problema. Tendo abandonado a droga há mais de 4 anos. O fato de ser evangélico desde os 5 anos de idade, não o impediu de aos 14 anos se envolver com as drogas. Aos 18 anos de idade sentiu que havia perdido o controle da própria vida. “Saía de casa e só voltava depois de uma semana ou 15 dias. Por iniciativa da família foi internado onde iniciou seu estabelecimento. Para ele o apoio dos familiares foi um fator de grande importância como também a sua recuperação na ATS ( Associação Temperança e Saúde ).

Antonio Marcos, 33 anos:

Tem 33 anos de idade. Aos 12 anos seus pais morreram, “essa morte me deixou um vazio muito grande. Sentia bastante falta dos meus pais”. Dedicando-se ao futebol jogou nos maiores clubes brasileiros nas categorias juvenil e júnior. Sem conseguir se fixar entre os profissionais, aos 19 anos abandou o futebol. A nova decepção passou a ser compensada com a droga. Do álcool logo foi para a maconha e cocaína. ”Quando comecei a usar cocaína dei meus primeiros passos no crime .O destaque não alcançado no futebol foi encontrado na vida criminosa. O dinheiro fácil lhe permitiu rápida ascensão social, mas trouxe junto a desgraça. O grande consumo de drogas nas festas fez com que perdesse o controle de si . Depois de 6 internações a família o deixou. Nesse período de internações Antonio Marcos sofreu um grave acidente com fratura no crânio e lesão cerebral, onde perdeu a consciência por alguns dias. Logo após sair conheceu o crack .
Se esse acidente não o inibiu de voltar ao uso de drogas, outro acidente, dois anos mais tarde, marcou uma mudança de vida. Da segunda vez saiu do hospital direto para a ATS (Associação Temperança e Saúde). Lá encontrou uma mensagem de fé amor e esperança. “A minha única chance de me entregas a Jesus”. Hoje com o apoio da família e da ATS (Associação Temperança e Saúde) se reergueu a construir sua vida e família. Sua mensagem de vida se encontra em Salmos 37:05... “Entrega o teu caminho ao Senhor, confia Nele e o mais Ele tudo fará”.

Nilton, 32 anos:

Aos 32 anos de idade é um exemplo de vitória. Aos 15 anos perdeu a mãe, aos 16 anos se envolveu com as drogas e com o tráfico. Casou-se aos 24 anos, sem contar para a esposa a respeito do vício, depois de 4 overdoses, Milton foi encaminhado a ATS ( Associação Temperança e Saúde) onde encontrou força necessária para abandonar a droga. Ele revela que no começo fugiu do tratamento, mas pressionado pela esposa e pela família, voltou, e além de concluir o tratamento, aceitou a Jesus como seu Salvador. Há 3 anos longe das drogas, afirma: ”A ATS (Associação Temperança e Saúde) tem mensagem certa para quem quer ser livre. Agradeço a Deus por ter recebido essa mensagem de saúde mental, física, social e Espiritual.

Rafael, 40 anos:

Aos 13 anos de idade ele começou a usar drogas, quase morrendo por overdose três vezes. Durante os 27 anos em que usou drogas, perdeu bons empregos, a saúde e não conseguiu estudar. “Isso fora a dor que eu causei a mãe dos meus filhos, meus pais e familiares”. Rafael diz que passou por várias clínicas, mas que os tratamentos o qual foi submetido não surtiram efeito. Depois disso, com o tráfico de drogas e o crime, o que resultou em 4 anos de reclusão. Depois de cumprir a pena, foi encaminhado por suas Tias a ATS (Associação Temperança e Saúde). Após ter concluído o tratamento afirma. “Aprendi que não basta recuperar o dependente químico, é preciso recuperar o homem a imagem e semelhança de Deus”